segunda-feira, 13 de dezembro de 2010



O sol é brilhante e radiante. Amarelo e quente. Uma estrela, mas ele não é cadente.(Jéssica Aleixo, 5ºC)



Para irmos para o sol, temos de pôr protector solar, por causa do calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor… calor. (Rui Pereira, n.º 15, 5.º B)


Texto dos caligramas
Este é o nosso coração. Enquanto bate, vivemos, mas quando deixa de bater, morremos e vamos para debaixo de terra. (Tatiana Dias, n.º 17, 5.º B)

Barco em movimento, sempre de um lado para o outro, mas quando vem uma tempestade, aí, pode naufragar. Para viajar em tempo chuvoso é preciso outro barco. (Rúben Pimentel, n.º 14, 5.º B)

Tautogramas

O Daniel, o Diogo e a Dalila
Pedem uma dádiva.

O dentista, o domador e a doutora
Pedem uma dádiva.
Os dentistas, os domadores e as doutoras
Pedem uma dádiva.

Eles querem dinheiro
Como dádiva.

Se eles tiverem o dinheiro
Compram dálmatas, dálias e peças de damas.

N.º 4, Diogo Constante, 5.º B


Diálogo em N

Às nove da manhã em ponto, o Nuno estava muito desatento na aula de Ciências da Natureza. Só pensava na natação, porque ia ser o escolhido para nacionalizar a equipa de natação de Nogueira. Até que a professora Natália disse:
— Nuno Narciso! Outra vez a olhar para as nuvens? Queres reprovar o novo ano novamente?
— Não, senhora professora! Não o voltarei a fazer - respondeu o Nuno.
— Então vê lá se queres levar uma nalgada nas nalgas, meu Nuno Narciso! – insistiu a professora Natália.

N.º 5, Diogo Moutinho, 5.º B


O “rê”

O rei tinha um telemóvel que tinha muita radiação e telefonou ao rei da Roménia que lhe disse:
— Tens de arranjar outro telemóvel. Esse tem muita radiação.
Mas, quando ia responder, já não tinha rede no telemóvel.
Assim, o rei atirou o telemóvel e foi procurar uma rapariga bonita. Logo havia de passar uma rapariga muitíssimo bonita. Quando ia a correr para ela, bateu com a cabaça no Rúben, que era o seu criado.
— Ó Ruben, és um reles! Estava a passar uma rapariga tão bonita!
O rei, antes de morrer, proclamou a rapariga rainha e o Rúben rei. Juntos, o rei a rainha, viveram muito felizes.

N.º 15, Rui Pereira, 5.º B


A letra t

O príncipe leu um telegrama que o avisava de que já havia telefones.
— Há telefones? Vou já comprar um.
O telefone falava, mas era muito tímido. Então, o príncipe ligou para a TMN e disse-lhes:
— O meu telemóvel é demasiado tímido.
— Então! Esses telefones são todos assim, muito tímidos.
Assim, o príncipe ficou muito triste, pois não queria um telemóvel daqueles.
Passados três meses, no dia três de Outubro, ligaram-lhe a dizer:
— Já temos telemóveis que não são tímidos. Quer um?
— Sim, sim, mas um telemóvel em condições.
E assim, recebeu um telemóvel notável e ficou muito feliz.


N.º 15, Rui Pereira, 5.º B


A Teresa ligou para o telefonista
Para marcar na sua lista
Uma viagem ao Turquemenistão
Para visitar o seu amigo Tristão.
Quando chegou, foi visitá-lo
E disse-lhe:
— Hoje, eu vi uma senhora
Parecida com a tua tia!
Se ela ainda fosse viva
Quantos anos teria?
— Não te sei responder,
Mas teria muitos, podes crer!
Foram ao Jardim Zoológico
Onde viram um grande tigre
Na jaula de um leão
Com uma tiara na cabeça
E sentado num cadeirão.


N.º 18, Tatiana Dias, 5.º B

Escrever ao jeito de ...

Maria Alberta Menéres, no poema “O nariz”


Noite de Natal Radical

O senhor Amaral
Foi a uma ceia de Natal
Com o amigo general
À sua terra, Alandroal.
Levou uma câmara digital
Mas recebeu um vegetal
Que lhe deu o Pai Natal.
À mesa estava um casal
Com uma filha infernal
Que partiu um castiçal
Do juiz do tribunal.
Também lá estava o Cabral
Presidente da Assembleia Municipal
Que por ser original
Da careca cheirava mal.
Naquela noite especial
Começou um vendaval
Que levou o cereal
Que havia no quintal
Do senhor Amaral.

Trabalho colectivo do 5.º B


Maria Cândida Mendonça, no poema “A Máscara”


A Vitória

A moeda coloquei
As bolas saíram
Numa bola bati
E marquei.

Ataquei
Defendi
E um golo sofri.

De novo rematei
E marquei.

Mais um golo marquei
E o seguinte sofri.

Mas com o Guilherme ganhei
E com ele sorri.

N. 5, Diogo Moutinho, 5.º B

A minha vida e tu

No sofá acordei
Me levantei
Me lavei
E me vesti.

Bebi
Comi
Me calcei
Saí.

À escola cheguei
Me apaixonei
E beijei.

Ginástica fiz
Me ri
Caí
Me zanguei
Bati
E trabalhei.

N. 8, José Carlos Loureiro, 5. B


O meu dia-a-dia

Acordei
Me vesti
Comi.

Saí
A rampa subi
Na carreira entrei.

Da carreira desci
Na escola entrei
As escadas subi
E trabalhei.

Saí
Na carreira entrei
Da carreira desci.

Em casa entrei
Os tpc fiz
Jantei
Dormi.

N. 15, Rui Pereira, 5.º B

"O Meu Postal e Poema de Natal