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segunda-feira, 15 de março de 2021

Banda Desenhada pelo Tiago Antunes

 A propósito da leitura do conto de Hans Christian Andersen "A vendedora de fósforos", o Tiago do 6.ºA realizou esta banda desenhada. Parabéns, Tiago!







segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Quero acordar deste pesadelo


Quero acordar deste pesadelo.

O COVID-19 é um pesadelo.

Andamos sufocados com a máscara.

Ninguém vê o nosso sorriso.

Não nos podemos abraçar.

Temos que desinfetar muitos vezes as mãos.

Há muitas pessoas doentes e a morrer.

Isto é mesmo um pesadelo!

                                                                                                                            João Pereira

https://tinyurl.com/y5cxfp47

O João do 8.º A escreveu este poema, a partir do seu desabafo "Quero acordar deste pesadelo", que dá o título ao texto. De seguida, enviou-o para o e-mail da professora bibliotecária com o apoio da professora de Educação Especial. Ele transmite o que todos nós sentimos.

Obrigada, João!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Bom Natal pelos alunos dos 6.ºanos

 

Clara e Raquel, 6.ºB

Um Natal sem presentes 

Era uma vez,

uma família feliz.

O pai era francês.

e a mãe era atriz.

 

Num mágico Natal.

prepararam tudo.

Tudo lindo e formal.

com paninhos de veludo.

 

Decoraram a casa inteira,

com luzes e estrelinhas.

Na ceia comeram bacalhau na assadeira,

o pai bebeu duas cervejinhas.

 

Depois foram ver,

O que em baixo da árvore estava.

Ficaram tristes em saber,

pois lá não tinha nada.


Estavam todos zangados.       

As crianças choravam.             

Os pais arreliados.                    

Que só reclamavam.           

 

Mas aprenderam uma grande lição.

O Natal, não são presentes.

Pois é a nossa afeição.

Com os nossos queridos entes.

                                                                                                        Débora, 6.ºA

6.ºB




quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Turma sem Juízo

 A partir do  poema "Abecedário sem Juízo" de Luísa Ducla Soares, o aluno João Pereira do 8.ºA, em contexto do apoio psicopedagógico, realizou um poema que dedicou à turma, seguindo o modelo trabalhado anteriormente na aula de Português.


A ilustração ficou a cargo do Tiago, da Débora e da Caetana do 6.ºA

"A Morte Madrinha" ilustrada pelo Tiago Antunes

Nas aulas de Português do 6.º ano, tem-se vindo a abordar o conto tradicional. Leram o seguinte conto:

A Morte Madrinha

    Houve um pobre homem que tinha doze filhos e precisava trabalhar, dia e noite, para dar-lhes apenas um bocado de pão.

    Quando nasceu o décimo terceiro, ele não sabia realmente o que fazer e, na sua aflição, saiu para a estrada a fim de convidar o primeiro que aparecesse para servir-lhe de padrinho. A primeira pessoa que encontrou foi o bom Deus. O bom Deus, que já sabia o que lhe pesava no coração, disse-lhe:

    - Pobre homem, causas-me dó; vou batizar teu filho, cuidarei dele e o tornarei feliz neste mundo.

    - Quem és? - perguntou o homem.

    - Sou o bom Deus.

    - Então não te quero para meu compadre, - disse o homem, - tu dás aos ricos e deixas os pobres passando fome.

    Isso dizia o pobre homem, porque não sabia que sabiamente Deus distribui riqueza e pobreza. Deixou o Senhor e foi mais para diante. Então, aproximou-se-lhe o Diabo dizendo:

    - Que procuras? Se me aceitas para padrinho de teu filho, dar-lhe-ei ouro às carradas e todos os deleites do mundo.

    O homem perguntou:

    - Quem és tu?

    - Sou o Diabo.

    - Então não te quero para meu compadre, - disse o homem, - tu enganas os homens e os induzes à tentação.

    Continuou andando e logo, com as pernas ressequidas, veio-lhe ao encontro a Morte, dizendo:

    - Aceita-me como tua comadre.

    - Quem és? - perguntou-lhe o homem.

    - Sou a Morte, que todos iguala.

    Então, o homem disse:

    - Tu és a indicada, porque levas tanto o rico como o pobre sem distinção; serás pois a minha comadre.

    A Morte respondeu:

    - Tornarei teu filho rico e célebre; quem me tem por amiga, tem o sucesso garantido.

    - Domingo próximo será o batizado, - disse o homem; - sê pontual.
A Morte compareceu, pontualmente, conforme havia prometido e portou-se como uma madrinha às direitas.

    Quando o afilhado se tornou adulto, apareceu-lhe um belo dia a madrinha, convidando-o a segui-la. Conduziu-o à floresta e, mostrando-lhe uma erva que lá crescia, disse-lhe:

      - Aqui tens teu presente de batizado. Vou fazer de ti um médico famoso. Quando fores chamado a atender algum enfermo, eu estarei todas as vezes lá; se me vires à cabeceira do doente podes declarar, francamente, que o curarás; dá-lhe depois um pouco dessa erva e ele ficará bom. Mas, se me vires aos pés da cama, ele    pertence-me e tu tens de dizer que qualquer remédio é inútil, que nenhum médico deste mundo o salvará. Livra-te, porém, de usar a erva contra minha vontade: poderás arrepender-te!
    O jovem tornou-se o médico mais famoso do mundo. Bastava-lhe olhar para o doente e já sabia se ficaria bom ou se morreria. Assim falavam dele e o povo acorria de toda parte para que atendesse os doentes, e pagavam-lhe tão bem que logo enriqueceu.

    Aconteceu que, tendo adoecido o rei, chamaram o médico para saber se era possível curá-lo. Quando o médico se aproximou do leito, viu a Morte aos pés da cama; não havia erva alguma capaz de salvar aquele doente. "Ah, se pudesse, uma vez ao menos lograr a Morte! - pensou ele, - certamente se zangará, mas sou seu afilhado, por esta vez fechará os olhos! Vou arriscar!

    Pegou o doente e virou-o na cama, de modo que a Morte ficou do lado da cabeça. Depois deu-lhe a erva e o rei melhorou e logo ficou completamente bom. A Morto, porém, foi à casa do médico, zangada, e, com expressão sombria, ameaçou-o com o dedo, dizendo:
    - Tu me lograste; por esta vez deixo passar porque és meu afilhado, mas, se ousares mais uma vez, agarro-te pela gola do casaco e levo-te comigo, ouviste?
    Decorrido algum tempo, adoeceu gravemente a princesa. Era filha única do rei e este chorava dia e noite até ficar cego; fez anunciar que quem a curasse casaria com ela e herdaria a coroa. O médico foi ver a doente e, lá chegando, viu a Morte aos pés da sua cama. Deveria ter-se lembrado da ameaça da madrinha, mas a grande beleza da filha do rei e a felicidade de tornar-se seu esposo o deslumbraram de tal maneira que não pensou em mais nada. Nem sequer via a Morte lançando-lhe olhares furibundos, erguendo a mão e ameaçando-o com o punho fechado, nada via. Ergueu a doente e deitou-a com a cabeça para o lado dos pés; depois deu-lhe a erva e logo as faces se lhe tingiram do mais belo rosado e recuperou a vida. Vendo-se defraudada pela segunda vez, a Morte, a grandes passos, foi ter com o médico, dizendo-lhe:

    - Está tudo acabado para ti, agora é a tua vez.

    E, com sua mão gélida, agarrou-o tão duramente que ele não pôde resistir-lhe e foi conduzido a uma caverna subterrânea. Lá, viu milhares e milhares de círios enfileirados, ardendo: alguns grandes, outros médios, outros pequenos. A cada instante apagavam-se alguns, acendiam-se outros, de maneira que as chamas pareciam saltitar aqui e acolá num contínuo revezamento.
    - Vês - disse a Morte, são as vidas dos homens: os mais altos pertencem às crianças, os médios aos casados e adultos e os pequenos aos velhos. Mas às vezes também as crianças e os jovens têm apenas um pequeno círio.
    - Deixa-me ver o meu, - disse o médico, esperando que estivesse ainda bastante grande. A Morte indicou-lhe um toquinho bruxuleante, que ameaçava apagar-se e disse:

    - Olha, aqui está ele.

    - Ah, querida madrinha, - disse o médico apavorado, - acende-me outro! Faze-o por mim que sou teu afilhado, a fim de que possa gozar a vida. tornar-me rei e casar-me com a linda princesa!

    - Não posso, - disse a Morte - é preciso que se apague um círio antes de acender outro.

    - Põe, então, o velho sobre um novo para que continue a arder mesmo depois de acabado o primeiro, - suplicou o médico.

    A Morte fingiu atender o seu pedido e apanhou um círio grande e novo; mas, querendo vingar-se, fez que juntava um ao outro e, propositalmente, atrapalhou-se; o toquinho caiu-lhe das mãos e apagou-se. No mesmo instante, o médico tombou morto: ele também caíra nas garras da Morte.

 Após a leitura do conto "A Morte Madrinha", o Tiago Antunes do 6.ºB ilustrou o conto de uma forma brilhante.

Vale a pena espreitar:






terça-feira, 27 de outubro de 2020

Madrinhas de Leitura do 5.ºA

 A Flávia, a Rita e a Patrícia do 5.ºA são as Madrinhas de Leitura do 2.ºC. O professor da turma do 2.ºC propôs o livro e as alunas leram a "Galinha Ruiva" para os seus afilhados. Como? Com o apoio da professora bibliotecária, através da gravação da leitura com recurso ao Dictafone, uma aplicação digital.

A gravação foi enviada ao professor da turma que a apresentou aos alunos.

No final, ainda realizaram uns marcadores de livros com as personagens da história que ofereceram aos seus afilhados.

Padrinhos de leitura

Os Padrinhos de Leitura do 2.º ciclo já começaram a gravar algumas leituras com a professora bibliotecária. As leituras são preparadas na biblioteca, durante os seus tempos livres, gravadas e partilhadas com os docentes das turmas apadrinhadas. No final, ainda criámos umas ofertas para esses alunos.

Os alunos do 6.ºB: o Gonçalo, o Dinis, a Leonor e a Rita apadrinharam o 3.º/4.ºH.

Os Padrinhos selecionaram o livro Quico Ricota e o Robô Gigante contra os Coelhos Jurássicos de Júpiter e a professora bibliotecária gravou um excerto desse livro. No final, foi enviada a gravação e o puzzle digital para a professora titular da turma e entregue o puzzle em formato papel.

No final, criou-se um puzzle físico e outro digital, a partir de uma imagem do livro.


Puzzle digital: https://im-a-puzzle.com/#/play?ref=user/quico_ricota_8aFtvR7H&fromLink=myPuzzle


"O Meu Postal e Poema de Natal