sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Actividade da EPNA com alunos do Pré-Escolar
Falaram-nos, também, dos. DEZ MANDAMENTOS DA NATUREZA, que apresentamos nas fotografias. (Texto da turma C1)



Sessão de esclarecimento sobre a protecção à natureza
Na quinta-feira, dia 20 de Janeiro de 2011, quatro agentes da GNR, dois da Escola Segura e dois da EPNA (Equipa de Protecção da Natureza e Ambiente), estiveram na nossa escola.
Juntamo-nos no polivalente com os meninos das turmas A1 e B1 e assistimos a uma sessão de esclarecimento sobre a protecção à natureza. Quem falou foi o sargento Azevedo, começou por falar da água e da importância de a pouparmos, falou dos incêndios, dos animais, da poluição, da reciclagem, dos dez mandamentos da natureza e mostrou-nos algumas armadilhas que as pessoas utilizam para caçar animais e que são proibidas.
Vamos agora dizer-lhes algumas das coisas que aprendemos:
- Não se deve lavar os dentes com a torneira aberta, pois assim, gastamos 10 litros de água. Devemos usar um copo.
- Devemos poupar água, pois só 3% é que é água doce.
- Não se deve deitar lixo para a água, senão os peixinhos morrem.
- Não se deve deitar lixo no chão, um vai para o caixote, outro devemos reciclar (plástico, vidro, papel e pilhas).
- Não se deve pescar peixes pequeninos, pois eles precisam de crescer para terem filhos.
- Vimos que na floresta vivem muitos animais.
- Que não se deve matar animais para fazer roupa, carteiras e sapatos.
- Os incêndios queimam as árvores e matam muitos animais.
Uma coisa que nós gostamos muito foi ver as “ratoeiras” que eles trouxeram. A grande era para caçar raposas e a pequena para caçar coelhos. O sargento explicou como os animais ficavam presos nelas. Também vimos a gaiola para apanhar pássaros e ouvimos o som que os chamava. No fim vimos as redes de pesca, que tal como as “ratoeiras” e as gaiolas, não se devem usar. Essas redes tinham os buraquinhos muito pequenos e apanhavam os peixes pequeninos.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Comunicar em segurança
No dia 17 de Fevereiro, a G.N.R veio fazer uma acção de informação à nossa sala, para nos ensinar a comunicar em segurança.
Formámos grupos, para responder a um questionário. Depois de respondermos, a G.N.R mostrou, no quadro interactivo, o mesmo questionário dizendo-nos qual a resposta correcta e explicando-nos o porquê.
Vimos um filme que nos ensinava a não ridicularizar os outros, tanto na Internet como na nossa escola, turma e grupo.
Depois de mais algumas perguntas, a G.N.R passou outro filme. Esse mostrava que não devemos criticar os outros à frente de todos. Explicaram-nos que não devemos dar a nossa password a ninguém, nem mesmo aos nossos amigos, porque isso pode trazer-nos consequências graves.
Gostámos muito desta acção de informação, mas acima de tudo aprendemos como comunicar em segurança.
4º Ano Turma G

Formámos grupos, para responder a um questionário. Depois de respondermos, a G.N.R mostrou, no quadro interactivo, o mesmo questionário dizendo-nos qual a resposta correcta e explicando-nos o porquê.
Vimos um filme que nos ensinava a não ridicularizar os outros, tanto na Internet como na nossa escola, turma e grupo.
Depois de mais algumas perguntas, a G.N.R passou outro filme. Esse mostrava que não devemos criticar os outros à frente de todos. Explicaram-nos que não devemos dar a nossa password a ninguém, nem mesmo aos nossos amigos, porque isso pode trazer-nos consequências graves.
Gostámos muito desta acção de informação, mas acima de tudo aprendemos como comunicar em segurança.
4º Ano Turma G
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Tristão e Isolda

Esta lenda é uma das mais belas e trágicas histórias de amor da Idade Média. Este episódio decorre numa época povoada por cavaleiros e princesas que habitavam castelos assediados por terríveis dragões.
A aluna Maria Francisca Carvalho do 6ºB requisitou "O Grande Livro de Lendas Medievais" e agradou-lhe a lenda de Tristão e Isolda.
Após a leitura, fez este lindo desenho que ofereceu à Biblioteca Escolar. Vejam o jeito da aluna. Parabéns!
A Professora Bibliotecária
Vera Pessoa
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Ismael e Chopin

Natália Ribeiro / Fotos: Jessica Henrique Cardoso em 2010-05-22
Uma janela aberta, uma música tocada ao piano pelo filho Martim, e um coelho a passar em plena planície alentejana deram a Miguel Sousa Tavares a inspiração para o seu novo livro infantil.
«Ismael e Chopin» conta a história da improvável amizade entre o coelho bravo Ismael (uma homenagem a Moby Dick) e o jovem músico Chopin, com ilustrações de Fernanda Fragateiro.
«Tenho uma casa no Alentejo onde vou muitas vezes com o meu filho. O Martim tem lá um piano onde toca horas sem fim. Às vezes estou no terraço e oiço a música que está a tocar. Um dia, ele estava a tocar e passou um coelho bravo e foi assim que surgiu a história», contou o jornalista no dia do lançamento do livro, que decorreu no CCB, na sala Almada Negreiros.
Uma revelação que surpreendeu o próprio Martim Sousa Tavares que, ao piano, interpretou algumas peças de Chopin. «O meu pai disse que eu me esqueço da janela aberta, mas não, eu deixava-a aberta de propósito para lhe dar o prazer de ouvir. Mas não sabia que tinha sido assim que lhe apareceu a história deste livro. Ainda bem que ele disse isto depois de eu tocar, senão tinha sentido ainda mais pressão (risos)», explicou.
O filho mais novo do jornalista, de 18 anos, está a estudar direcção de orquestra e prepara-se para ser o primeiro músico da família.
«O meu pai é só um ouvinte apoiante. Não pode ser crítico porque não tem formação musical para isso, tal como eu não posso ser crítico literário dos livros. Eu gosto do trabalho dele e ele do meu. Sou o primeiro músico da família e é uma grande responsabilidade, até porque estou a começar um caminho numa família que tem uma grande inclinação literária. Se calhar vou abrir aqui um novo capítulo na história familiar», revelou.
Miguel Sousa Tavares assistiu atentamente à prestação do filho e não lhe poupou elogios. «Eu sei o que o Martim treina. São muitas horas todos os dias».
Sobre «Ismael e Chopin», o jornalista diz: «É o melhor livro que escrevi até hoje» e explica porque é que gosta tanto deste género de escrita: «Escrever para crianças é um dever cívico, é quase um serviço público. Acho que se devia fazer um teste a todos os autores e quem nem soubesse escrever um livro para crianças não devia editar mais. É essencial. Temos de lutar pelos livros e começa-se a lutar pelos livros em pequeno e não em grande. Estou em cruzada contra os livros electrónicos, contra o facilitismo. E a minha contribuição é tentar escrever o melhor que sei para crianças», assegura.
Rita Sousa Tavares confessa que ainda não leu o último livro do pai. «Estou curiosa. O meu pai é um contador de histórias. Adora contar histórias e acho que já contou muitas aos meus filhos, assim como eu. Mas não na minha presença. O processo de escrita do meu pai é muito solitário, como o de todos os escritores».
Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Histórias da Terra e do Mar

Título: Histórias da Terra e do Mar
Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Texto Editora
O livro: O mundo da infância foi assim, para Sophia, além do Porto e da Granja, das tradições nórdicas e da língua portuguesa, o caminho para um encontro aos doze anos com Homero e a luz mediterrânica, a nostalgia do «divino como convém ao real», tornando-a «uma mistura de Norte e Sul», uma mistura de Atlântico e Mediterrâneo, de um veio nórdico e de um veio helénico, que um mesmo sangue fez insparáveis.
A nossa opinião:É um livro espectacular que apela à imaginação de cada pessoa. Tem histórias supreendentes, bonitas... Aconselhamos a leitura deste livro!
O que sabes sobre o conto SAGA inserido neste livro?
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